Final de ano com a líbero+ :)

Web marketing, marketing digital, design gráfico, web design, gestão de redes sociais, SEO, visibidade nos buscadores. Conceitos praticados nesse ano!

O ano de 2011 passou e estamos com os pés no novo ano. 2011 foi período aquecido. Aquecido de relacionamentos e parcerias que nos impulsionaram a oferecer nossos serviços de maneira mais eficiente. Descobrimos falhas e buscamos por soluções. Revemos conceitos e posturas perante as pessoas da líbero+, clientes e parceiros. Estamos aptos para entram em 2012 com planos concretos e sonhos. Mudados, renovados e mais conscientes de nossas responsabilidades que aumentam a medida que vamos colecionando anos.

Em 365 dias é possível fazer muita coisa ou quase nada. Produtividade ou morosidade dependem muito de cada um de nós. Tem gente que aproveita bem, ou intensamente, cada minuto do dia. Tem gente, talvez mais cautelosa, que vai com mais calma, sem se arriscar. Quem empreende sabe que esse ritmo de acelerar e desacelerar faz parte e que traçar ideais para o futuro é necessário. Estamos aqui, vivendo intensamente os dias de hoje mas sonhando com um amanhã diferente, amadurecido e mais estruturado. O importante é aprender a controlar a ansiedade, enxergar o futuro, mas viver o dia de hoje. Day by day.

É com essa breve reflexão que publicamos um dos últimos senão o último post de 2011, em homenagem as pessoas e profissionais notáveis que tivemos a oportunidade de conhecer, rever e reverenciar nesse ano.

E assim, uma mensagem válida para o usuário que chega ao nosso Blog e que de alguma maneira empreende na vida em algum sentido:

Cartão de Final de Ano - 2011 - líbero+

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Negócios na web – Web marketing

www.liberomais.com.br

Criar uma loja virtual e vender produtos? Melhorar o visual do site? Utilizar redes sociais? Criar um blog? Como investir na web?

A líbero+ apresenta dicas para a sua empresa:

1 – O primeiro passo para que o pequeno e micro empresários invistam na internet de maneira mais acertiva é entender que na web lidamos também com mercados, públicos e concorrentes. Por trás de cada tela existe um usuário que pode ser seu cliente. Existem empresas concorrentes divulgando seus sites e existem todos os tipos de mercado;

2 – A partir dessa compreensão, o pensamento de administração e marketing que aprendemos nas escolas (ou na vida) deve ser explorado também no campo da web. Entender os papéis do site, do blog, rede social, Google – como ferramentas de negócio que funcionam mediante um planejamento estratégico – é definitivo para tornar ou não a web uma aliada para gerar negócios;

3 – O site da empresa, diante tantos outros sites dos concorrentes, deve transmitir credibilidade e confiança. Deve conter atributos visuais e conteúdos para “segurar” o usuário na página, fazê-lo clicar nas seções do site, ver fotos e ler textos. E, acima de tudo, deve incentivá-lo suficientemente para mandar um e-mail ou entrar em contato por telefone. Para empresas, pouco adianta o site ter uma alta quantidade de acesso mensal se, efetivamente, o número de pessoas que entram em contato é proporcionalmente baixo;

4 – O pequeno e micro empresários devem fazer dos buscadores um meio para divulgação de seus negócios. Veja o cenário: “minha empresa tem um site mas não aparece no Google”. Hoje, as ferramentas de busca – principalmente o Google – são (definitivamente) necessárias para o site da empresa ter visibilidade. O empresário pode divulgar o site em cartões de visita, anúncios em revistas especializadas, sacolas, cadernos e brindes. Mas é certo que, estar bem qualificado nos buscadores, o resultado é muito mais expressivo que os 0,3% de retorno de investimeno em anúncios;

5 – A maioria das pessoas perdem relacionamentos e namoros pela falta de comunicação. O tal diálogo que deixou de existir. Não é diferente das empresas. O que faz um negócio ser dinâmico, além da divulgação boca-a-boca ou da indicação, são as ações de comunicação, que devem ter uma frequencia, “alertar” um potencial cliente que você existe – todos os dias (ou quase) – e transmitir a filosofia da empresa e seus diferenciais para conquistar consumidores pela “alma”, pelo seu jeito e por assuntos de interesse. Isso se chama fidelização.

6 – Se sua ideia é aumentar seus negócios com a web, busque mais informação sobre o assunto com alguém que consiga traduzir a tecnologia web para a sua língua, ou melhor, para a língua da sua empresa. Você não precisa aprender a montar um site, mas precisa saber onde está pisando! Sem plano é chute…  micro e pequenas empresas devem se profissionalizar caso não queiram desperdiçar investimentos. Quantas empresas começam um site e são abandonadas na metade?

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Bons negócios no Brasil, sem crise.

O segundo semestre de 2011, para líbero+, apresentou um mercado nacional aquecido, clientes de diversos setores ativos e preocupados em ampliar sua visibilidade pela web.

Diante da crise européia encontramos um Brasil mais preparado do que se esperava. Em conversa com parceiros e os próprios clientes, é possível perceber um mercado aquecido, ativo e gerando  bons negócios. Nesse segundo semestre de 2011 nos aproximamos de empresas de diversos segmentos: relocation, eventos, consultoria para pequenas empresas e ONGs, produção de fotografia e vídeo, engenharia de perfuração, gestão em sustentabilidade, decoração de ambientes e consultoria financeira… e muitas outras histórias.

Mal tivemos tempo para clicar no Facebook pessoal… e a ideia desse post nem é quantificar nossos feitos em 2012, esnobar, mas traduzir em resultados práticos o ganho que se tem quando é possível conhecer, mesmo que de maneira singela, os diversos mercados existentes no Brasil. Atuantes, ativos e dinâmicos. Mercados gerados pelos nossos clientes.

Eis um dos grandes prazeres em sermos líbero+: ter a possibilidade de pedir licença e conhecer a diversidade de negócios, de nossos clientes, desse país que (belamente) está em crescimento. Estamos, aos poucos, nos livrando dos complexos do terceiro-mundismo, pensando como “gente grande”, atuando com maturidade e, acima de tudo, tendo mais oportunidade de acreditar.

Um bom momento para dizer que é uma satisfação ser uma pequena empresa num país com cada vez mais oportunidades. Uma pequena empresa com as condições de pensar grande.

A ideia não é tendenciosa nem partidária. Política para os políticos. Web, para a líbero+.

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Serviços web para a pequena e média empresas

A pequena empresa já pode pensar grande quando o assunto é investir na internet. O mercado de desenvolvedores web está se profissionalizando cada vez mais e os recursos estão ao alcance dos micro empresários.

Quando a web começou e a ideia das empresas terem um site começava a se formar, existiam muitos perfis de empresas e profissionais de criação de sites, ou melhor, de design para a web. O primo e o amigo faziam sites e, muitas vezes, ofereciam um preço muito mais amigável em relação as produtoras e estúdios: oportunismos e oportunidades se cruzavam.

Com o passar dos anos, aproximadamente 12 anos, a natureza dos mercados tendem a exigir, tendem a se profissionalizar e isso faz com que profissionais e empresas que não façam somente “bicos” se consolidem no mercado. O “primo que estava fazendo um servicinho” foi perdendo espaço.

A líbero+ acompanhou todas as mudanças do cenário e vem inovando, seguindo o lema “porque navegar é preciso”. Ações de continuidade, estudos, envolvimento com novas técnicas e foco nas necessidades dos clientes e dos mercados tornam a líbero+, depois de 10 anos, uma empresa que se valida basicamente pelo trabalho de continuidade. A ideia aqui não é puxar o saco de nós mesmos, mas, quem passou e viveu as mudanças do mercado de serviços web sabe bem o que era concorrer com o primo do cliente, em uma época que mal se entendia como “um site aparecia na tela”.

Nessa caminhada optamos por um conceito maior, que embasasse de maneira mais profissional os nossos serviços. Alguns chamam de marketing digital, mas nós preferimos chamar de web marketing. Web marketing porque assumimos as responsabilidades, técnicas, planejamento e estratégia do marketing por meio da web.

Então, imaginem que hoje, fazer a criação e o desenvolvimento de um site, não acontece somente para que a empresa tenha uma página na web e só. Criar um site para um cliente subentende-se a geração de novos negócios. E a web é apenas mais um dos canais de comunicação com o público.

Um case de web marketing que ilustra bem essas ideias é da Best Fit, cliente recém adquirido pela líbero+ e que tem desenvolvido seu site sob os conceitos de web marketing da líbero+.

Para Best Fit, a web deve ser um canal entre empresa e cliente.

Em reuniões com o cliente falamos sobre treinamento e gestão de equipe, sobre o design com foco na captação de consumidores, sobre visibilidade nos buscadores e gestão de redes sociais e blog. Notem que a volta da criação do site, existem outras ações cujo objetivo é estreitar a relação da Best Fit com seus consumidores.

Cada uma das ferramentas tratadas, cada serviço, tem uma função sob a visão do plano de web marketing, de acordo com os objetivos e anseios de cada cliente, de cada mercado. Portanto, criar apenas um site não trás resultados e pensar só com  a mentalidade de web designer é apenas uma parte. A base é a estratégia e a execução por trás de tudo isso. E o caso da Best Fit, quando o cliente quer a web como uma aliada para negócios, deve se refletir de tal maneira que as ferramentas e o pensamento estratégico promovam resultados para os demais clientes da líbero+.

Essa realidade está ao alcance das pequenas e médias empresas, como é o caso da Best Fit. E, sim, a líbero+ se sente muito orgulhosa por promover esse tipo de trabalho, qualificado, profissional e possível para as empresas de pequeno e médio portes.

Para saber mais: www.liberomais.com.br

 

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Web Webs :)

No cotidiano de empresa web, as pessoas aprendem a falar as linguagens da Internet.

Todos os dias tratamos com clientes sobre criação de sites, manutenção, soluções em redes sociais, ferramentas web, conceitos, hospedagens, registro de domínios, falamos sobre blogs para empresas e trocamos dezenas de e-mails e conversas por Skype, MSN e GTalk. Nunca saber se comunicar por escrita e por meio da web foi tão corriqueiro. Esses são os novos tempos. É nesse cenário do mundo moderno, conectados a computadores, notebooks, tablets e smartphones, que vivemos e que viveremos por um longo tempo.

Mas o velho Chacrinha continua com sua sabedoria: quemnaocomunicaseestrumbica.com.br

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Design Gráfico vs. Web Design

Design Gráfico vs. Web Design. Até que ponto essa “rivalidade” é válida?

Sexta-feira, happy hour entre amigos que atuam com comunicação há alguns anos. Uns mais tempo e outros com no mínimo seis anos de formação. Nessas rodas de pessoas que trabalham com design e web design, quando o assunto é o trabalho, normalmente caímos na questão que existe entre o designer gráfico e o web designer: afinal de contas, qual desses profissionais têm o mérito do design? Eu diria que ambos.

Sou formado há 11 anos pela ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing. Já atuei com design gráfico, web design e hoje cuido da gestão da líbero+. Com a minha formação e a experiência ao logo desse tempo a frente de uma empresa, “pequena e honesta”, eu afirmaria que a ideia de design gráfico e web design é boa na hora que as empresas procuram um profissional específico. Porém, para o designer, conhecer as duas áreas e munir-se das ferramentas para criação é fundamental. Ambos, designers gráficos e web designers, devem pensar em conceitos. Devem medir os espaços em branco e tingir, mesmo que de maneira minimalista. Tudo vai depender da proposta e da capacidade do designer de adaptar seu raciocínio para ela.

Pensar design gráfico e diferente de pensar web design? Totalmente. Mas, o produto final, as peças que formam a comunicação – gráficas e web – precisam ser integradas visualmente, ter diálogo uma com a outra, comunicar eficientemente para públicos e assim, raciocínio gráfico e racínio web devem convergir.

O raciocínio gráfico envolve-se basicamente com o que será impresso. Formato, dobras, cores, grid, facas, espaçamentos, fontes e cores especiais. As principais ferramentas do designer gráfico são o Photoshop, Illustrator e o Indesign. Muitos designers gráficos preferem até trabalhar diretamente no Indesign e assim abdicar do uso do Illustrator.

O raciocínio do web designer está focado no formato do monitor e nas possibilidades contidas nele. Posso dizer que o web designer precisa se preocupar com algumas “fronteiras” do web design pois esse profissional deve atentar para o HTML “limpo”, alinhado com as normas do W3C, precisa se preocupar com a leveza na hora que o site carregar na tela do usuário, na boa visibilidade nos buscadores e nos links para não ficarem “quebrados” e, se bobear, precisa endenter um pouco de programação, banco de dados, registro de domínios e hospedagem. Além do Photoshop e Illustrator, quem trabalha com web design costuma utilizar o Dreamweaver, Fireworks e Flash.

(Ponto para a Adobe que acaba atendendo as necessidades de ambos profissionais!).

O que mais “chateia” o designer gráfico são essas barreiras colocadas para quando se está criando na web. Por outro lado, essas barreiras estão relacionadas a adquirir conhecimento sobre outros conteúdos técnicos que nem sempre o designer gráfico está disposto a assumir. Web design pode ser mais “operacional” ou não. Quando seria mais operacional para o designer gráfico, é o fornecedor (gráfica) que está cuidando dos detalhes técnicos. Já o web designer não costuma ter fornecedor para isso (embora a líbero+ seja parceira de alguns designers quando o assunto é o desenvolvimento de um site).

No final, depois de alguns anos trabalhando e acompanhando as duas áreas, a impressão é que dá para fazer muitos trabalhos bons nas duas áreas. A diferença é que o designer gráfico precisa exercitar um raciocínio mais horizontal, e o web designer um pensamento mais vertical, de maior profundidade sobre as intervenções externas que influenciarão sua criação (diga-se intervenção externa que não é o cliente!).

Designer resolvido e feliz é aquele que desenvolve das duas formas. Pelo menos é assim que a gente trabalha.

Na mesa de bar, quando pintam esses assuntos, eu me ocupo com o copo de cerveja.

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Design para tablet | Criação de revista digital

A líbero+, que começou como Líbero Interativa, trocou seu nome pelo sentido agregador e abrangente do símbolo “mais”. Essa mudança tem um sentido: a web, que começou há aproximadamente 15 anos atrás, está cada vez mais desafiadora. Anunciou seu começo, mas está longe de definir seu fim. Entendemos hoje o sentido da internet, os usuários amadureceram e as novas mídias estão definindo seus papéis na sociedade. Redes sociais, You Tube, compras online, relacionamento a distância já não são mais ideias turvas e impossíveis para as pessoas. Ao contrário disso, são fontes de novos negócios e visibilidade.

Inovar, atribuir novas roupagens para a web e criar novos produtos e serviços no segmento são ações constantes de empresários como Steve Jobs e empresas como Samsung e LG. O HTML 5, o CSS3 também vão assumindo novas posições e formarão a cara da internet em um curto espaço de tempo. Tudo isso para uma interface cada vez mais atraente, interativa e dinâmica.

É nesse breve cenário, que representa um futuro próximo para os usuários, que a líbero+ se contextualiza. O “mais” não veio a toa e representa um valor agregador de serviços. De lá para cá não fazemos mais sites. Oferecemos o serviço de web marketing (ou marketing digital), que tem o principal objetivo de converter usuários em consumidores. Pensamento não muito diferente de profissionais como Steve Jobs, ou empresas como Samsung e LG que materializam ideias para encantar seus públicos.

As micro empresas, pequenas e médias já podem gerar bons negócios pela web, e isso é um realidade palpável.

Nesse contexto, iPads e tablets começam a assumir em menos de dois anos um novo papel nas mãos dos usuários: não será estranho entrar no consultório do seu dentista e, na mesa da sala de espera, você encontrar tablets no lugar de jornais e revistas. Esse breve futuro, de revistas, jornais e livros digitais, pode estar mais perto do que imaginamos, principalmente porque eles já existem. Se hoje notebooks custam 900 reais, não é difícil imaginar tablets por 500.

As duas maiores editoras brasileiras, Abril e Globo, têm metas rigorosas para até o segundo semestre de 2011: transformar todas suas revistas para o formato de revista digital para iPad. Além de seguirem a tendência que vem dos editoriais norte americanos, existe por trás de especulações de administradores e deslumbramentos de criativos uma visão de negócio extremamente rentável. O mercado já está se movimentando para isso: é bastante significante ver as duas maiores editoras do pais assumindo essas tendências.

Mas isso faz muito sentido. Vamos explicar:

Imagine que hoje a revista brasileira de maior tiragem tem 1,5 milhões de exemplares distribuídos semanalmente para todo território nacional. Supondo que o custo de impressão de cada revista seja de três reais, a maior editora brasileira investe 4,5 milhões por semana em papel e impressão, o que equivale a aproximadamente 18 milhões por mês, sem contar os custos de distribuição para todo o Brasil. Pense em não ter mais esses custos a médio prazo. Bastante interessante para quem é uma das maiores empresas formadoras de opinião do país.

Assim matemática fica simples: é a corrida para o menor custo e a maior margem de lucro.

Com o surgimento dos tablets, nessa tendência de convergência das mídias, quem já pôde manusear um iPad percebeu o quanto uma revista digital – com fotos, textos, animações, áudio e vídeo – assume e aprimora o papel do papel. “Folhear” uma revista digital é uma experiência no mínimo envolvente.

Em menos de 10 anos, muitos leitores dividiram seu tempo de leitura de revistas com os cliques em portais de informação como UOL, Terra e IG. Em menos de 3 anos arrisco a dizer que muitos leitores trocarão o impresso pelos tablets. E a convergência não para por aí: apresentação digital para empresas, revista corporativa digital para ações de marketing interno, recursos e aplicativos criados para acão de marketing em tablets, todos, seguem o fluxo dessa tendência. Prato cheio para empresas que apostarem nesse futuro.

A líbero+ está dando seus pulos…

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Qual a melhor tablet? Qual a função das tablets?

Por Flávio Yukio Motonaga

O mercado brasileiro ainda não absorveu, muito menos formalizou padrões de utilização de tablets. O que se sabe é que Steve Jobs deu início a uma ideia inovadora com o iPad que, assim como o iPod, pode modificar e criar hábitos, definir novos conceitos e quebrar paradigmas na área da comunicação, educação e negócios no mundo todo.

Tablets: convergência de mídias e portabilidade

Do ponto de vista de comunicação, arrisco a dizer que os tablets, tais como iPad, Galaxy e Xoom não vieram para substituir notebooks e netbooks. Não substituem porque não possuem formato nem processamento para execução de programas mais sofisticados. Por outro lado, podem definir em si mesmo o papel do telefone, jornal, revista, livro, vídeo game, acesso a internet, e-mail, TV, e reproduzir fotografias, vídeos e músicas com alta qualidade.

O tablet, muito provavelmente, é a materialização mais perfeita da ideia de convergência de mídias que os intelectuais de escolas e universidades tanto discutiram em minha época de aluno de comunicação social.

E a “cereja desse sorvete” chama-se portabilidade. Pesando em média 600g, finos e fáceis de carregar e – no caso do ipad – com duração de bateria de 10 horas, os tablets possibilitam levar uma infinidade de informações e recursos para praticamente todos os lugares.

No Brasil: Apple VS. Google

Se o tablet virar uma nova mídia nas mãos dos brasileiros, qual será o mais popular?

Trabalho há mais de 12 anos com marketing, comunicação e web e sempre fui aficionado por novas tecnologias. Já me deparei com questões do tipo Mac VS. PC, Game Boy VS. PSP, Nintendo VS. Sony e inclusive vi o Playstation 1 acabar com a glória do meu favorito Mario, da Nintendo, que anteriormente acabou com a supremacia do Atari!

De maneira geral, em todos esses mercados de tecnologias o segredo do sucesso esteve no mix: sistema operacional X plataforma X inventividade de softwares X preço.

A Apple no Brasil – e em boa parte do mundo – sempre foi artigo fino. O iOS só roda no iPad. O “design da maçã” é para um segmento fechado e, apesar de ser um sonho de consumo para muitos brasileiros, poucos tem um gadget da marca. Os preços estão muito além dos bolsos!

Por outro lado, a maioria dos fabricantes está definindo o Android como o sistema operacional de seus tablets. Sabemos que o Google, que é pai do You Tube, do Orkut, do Google Maps, do próprio buscador web com seu nome e do Picasa é também o criador do Android. Esse dado é representativo: o Google é hoje um nome em evidência na esfera dos novos negócios tecnológicos.

O Android Market é a loja equivalente a App Store. A primeira não conta ainda com a infinidade de aplicativos como a segunda. A Apple Store abriu suas portas há alguns anos antes, com o iPhone, o que justifica a maior quantidades de apps. Mas as produtoras de jogos e softwares estão aí, ansiosas para pulverizar e vender suas invenções nas plataformas mais populares. O que interessa para quem faz programas para celular e, agora, tablets, é ter seus produtos na mão do maior número de consumidores. Para aplicativos que custam em média U$ 1,99 supõe-se que o ganho está na quantidade de softwares vendidos, ou melhor, pulverizados.

A impressão final que fica é que o Android é um propulsor e ajuda a promover um cenário muito mais favorável para a venda de tablets, que não o iPad. De qualquer forma, tudo não passa de expectativas de um mercado novo, repleto de possibilidades. Para a líbero+, que enxerga com bons olhos a chance de cada consumidor ter um tablet na mão, que seja vitorioso aquele que der condições de acesso aos brasileiros. O mais importante é não perdermos oportunidades!

 

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Para a criação e desenvolvimento de um site, qual empresa optar?

Existe no mercado uma disparidade de preços entre as empresas que oferecem o serviço de criação e desenvolvimento de sites. O principal fator que provoca essas diferenças está no tipo de serviço web oferecido. Existem empresas de web design e estruturação de sites que preocupam-se basicamente na criação da identidade do site até a publicação. Essas empresas costumam definir planos básicos de manutenção para que o cliente possa atualizar conteúdos com certa periodicidade.

Nesse tipo de situação, a relação entre cliente e fornecedor é bem marcada. A produtora de web design (ou o profissional liberal que oferece esse serviço web) não se envolve nos negócios de seus clientes, oferecendo apenas o trabalho básico de criação, desenvolvimento e, supostamente, de manutenção. Em linhas gerais, nesse mercado de empresas que desenvolvem sites, os valores variam, de acordo com o grau técnico ou o nível de aptidão do design. Os resultados efetivos, de geração de negócios, tendem a ser duvidoso já que não existe uma preocupação efetiva com o desenvolvimento do cliente. O produto final não é nada mais que uma boa apresentação da empresa na web, ou pelo menos tem esse objetivo.

Pode-se afirmar que a líbero+ começou, há 10 anos atrás, como uma empresa de criação e desenvolvimento de sites. Porém, diante da necessidade em colaborar com a evolução dos negócios de nossos clientes, o trabalho da líbero+ adquiriu outras proporções. Nossas ideias começaram a influenciar mais intimamente os modelos de negócio de nossos clientes.

Passamos a aplicar conceitos de marketing na web, criando e utilizando ferramentas e recursos para, ora contribuir com a lembrança de marca, ora para aproximar empresas de seus consumidores.

Nesse contexto, perdeu-se o sentido de “empresa para desenvolvimento de sites” e passamos a falar de “empresa para transformar usuários web em consumidores”. O foco passou a ser no resultado.

A diferença básica entre uma produtora web e uma empresa de web marketing está no grau de envolvimento com os negócios dos clientes. Consequentemente, existem clientes que buscam – mais timidamente – a criação do site de sua empresa apenas para ter o que mostrar e, por outro lado, existem empresas que buscam soluções web que fortaleçam e dinamizem seus negócios.

É fato, por meio dos cases apresentados aqui, que a web não só gera a lembrança de uma marca, mas também contribui para captação de clientes: é mais uma porta para geração de negócios quando planejada estrategicamente e quando há um modelo de gestão para isso.

A micro, pequena e média empresas possuem um aliado para seu crescimento. Utilizar os recursos e desenvolvimentos web com foco em resultados depende da habilidade dos empresários em incorporar o pensamento de web marketing em seus negócios.

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Case Seo – Equilibrium: A web e o marketing a favor dos negócios

Flávio Yukio Motonaga, da líbero+ e sócio da Equilibrium Escola de Música apresenta um case que reúne estratégias de marketing, comunicação, web marketing e consultoria para transformar usuários web em clientes.

Etapa 1: Criação de um plano de web marketing

“Em meados de 2010 me associei a três profissionais da música para conceber a Equilibrium Escola de Música. A princípio, me coloquei como sócio para cuidar de prospecção de novos clientes mas também como consultor, para orientar sobre a gestão de uma empresa, e apontar para os rumos que a Equilibrium poderia tomar. Como primeiro passo do aconselhamento, chegamos em uma frase que define o negócio: ‘Oferecer ao público um escola livre de música que envolva recursos de tecnologia, conhecimento musical e aptidões artísticas, relacionando o conceito de qualidade de vida com música’.

Com o ideal definido, pela líbero+ foram desenvolvidas propostas de logotipos e apresentei para meus sócios como faço para clientes. Fizemos a avaliação das marcas e chegamos em uma que representasse a identidade da Equilibrium, algo inovador, moderno, que transmita musicalidade e tecnologia. A partir da definição do logotipo, a líbero+ desenvolveu um site para a escola mediante um planejamento estratégico de web marketing:

- Mensuração do perfil do público-alvo;

- Avaliação do tipo de linguagem visual para o trabalho de web design e criação do site, sob os aspectos da credibilidade, adequação ao negócio e diferenciais visuais em relação ao site dos concorrentes;

- Definição da estrutura de navegação, objetivando funcionalidade e facilidade de acesso aos conteúdos;

- Elaboração da estratégia de SEO – otimização para alcançar a visibilidade nos buscadores;

- Criação de redes sociais, blog corporativo e twitter como ferramentas de web marketing de apoio a comunicação web e prospecção;

- Elaboração de conteúdos para apresentação institucional e dos serviços;

Com a publicação do site, em dois meses começamos a perceber os resultados: passamos a receber contatos por e-mail uma vez por dia, com usuários acenando por interesse em cursos de música. Em um curto espaço de tempo, passamos a receber mais de um contato por dia. Pelo planejamento de SEO, idealizado por Motonaga e executado pela líbero+, o site da Equilibrium indexou rapidamente nas páginas dos buscadores.

A Escola passou a ter uma visibilidade satisfatória na web e a taxa de conversão já atingia 50% (na web, taxa de conversão é o número de usuários que acessam um site e entram em contato por e-mail ou por telefone mostrando algum tipo de interesse pela empresa, produto ou serviço).

No modelo de negócio definido, o planejamento de web marketing atingiu seus resultados”.

Etapa 2: Gestão web, gerenciamento de contatos e prospecção

“Durante um período, que somou aproximadamente 2 meses, entrevistei um grupo de candidatos para assumir a vaga de assistente. O objetivo das entrevistas era encontrar um profissional jovem, envolvido com redes sociais, blogs, mini blogs e internet, para que pudesse atender as demandas de e-mails e contatos telefônicos que viessem pelo site. Processos de seleção nem sempre são rápidos, mas tivemos a oportunidade de entrevistar alinhados com o perfil. A experiência, em mais de 10 anos lidando com a equipe da líbero+, também colaborou definitivamente no processo de seleção.

Com o profissional escolhido, iniciamos a fase de treinamento web dentro da própria líbero+, para que eu pudesse acompanhar e orientar o novo assistente de maneira mais intensiva, durante a primeira semana.

O treinamento abordou os principais pontos:

- Atualização periódica de redes sociais e blog corporativo;

- Definição de uma periodicidade de atualização para cada mídia;

- Definição do tipo de conteúdo a ser postado;

- Realização de buscas em comunidades relacionadas, sob um critério de seleção;

- Pronta resposta e gerenciamento de contatos por e-mail e contatos telefônicos de usuários vindos do site;

- Agendamento de visitas do potencial aluno para conhecer a estrutura da escola e o professor;

- Realização do fechamento de novas matrículas.

O trabalho do assistente teve seu início. Com as ações realizadas nas redes sociais e blogs passamos a notar um aumento no número de visitantes no site e o aumento da taxa de conversão em e-mails e contatos telefônicos.

No modelo de negócio definido, a pronta resposta aos contatos pelo site garantiram novos agendamentos de entrevistas”.

Resultados e Avaliação

Esse artigo foi publicado em fevereiro de 2011. A Equilibrium Escola de Música começou suas atividades há apenas 8 meses. Hoje, dia 09/02/2011, registramos – nos últimos quatro dias – 13 novos contatos por e-mail relacionados a interesse em cursos de canto, viola caipira, violão, violino, saxofone, entre outros instrumentos. Estamos nas primeiras páginas dos buscadores quando o tema é “escola de música na Vila Madalena”, “aulas de violino”, “aulas de viola caipira”, “aulas de canto lírico e popular”, entre outros. As estratégias e ações de web marketing e marketing estão ainda em fase de execução, nessa etapa de construção do novo negócio. Porém, mesmo nos primeiros passos da nova empresa, as principais metas de realização de novas matrículas estão sendo alcançadas.

Esse artigo apresenta a vivência real na Equilibrium Escola de Música, uma empresa voltada ao ensino musical livre, e envolve, na prática, a aplicação de conhecimentos de marketing, web e gestão de novos negócios relacionados a própria web e fora dela. É sempre bom lembrar que ferramentas de web marketing funcionam quando existe um modelo de gestão voltado para isso, quando o consultor ou o fornecedor entende o modelo de negócio do cliente e faz uso estratégico de recursos.

Os micro, pequeno e médio empresários devem estar atentos não somente aos recursos que o mercado oferece, mas como esses recursos devem se modelar aos seus negócios.”

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